FACULDADE DE SÃO BERNARDO DO Campo
Nome: Francisco de Assis Moreira Colasso
Curso: Estudos Sociais
Turma: 1º Ano Noturno
Atividades acadêmicas, científicas e culturais
I. Identificação
Palestra: As artes indígenas e seus significados
Data: 16/04/2008
Local: Câmara de cultura, São Bernardo do Campo SP
II. Discriminação
A palestra que teve como tema as artes Indígenas e seus significados, foi realizada durante a 3º semana dos povos indígenas em São Bernardo do Campo com a professora Drª. Esther de Castro, pesquisadora do MARI USP e docente do Centro Univercitário FIEO. A palestra relatava sobre as artes Indígenas como sistema de cultura material a serem analisados em seus aspectos técnicos e estéticos, nos contextos socio-culturais e contemporâneos.
Dentre os usos, costumes e tradições abordados pela cultura indígena, a palestrante comentou sobre o cesto caipó trançado de forma diagonal marcando uma característica única de seus povos, que era fabricado para presentear as mulheres antes de seus casamentos.
Consequentemente foi abordado as transformações que ocorreram durante a história dos povos indígenas, sendo estes nos tempos mais contemporâneos “abertos” a algumas tecnologias, como TV, rádio, roupa e estudo, dentre outros sem perder o princípio de suas raízes.
III. Observação
Certamente que os Índios estão se adaptando aos novos tempos onde a tecnologia facilita nossas vidas no cotidiano de várias formas. Para tanto, penso que algumas tradições mais marcantes, como os rituais de crenças religiosas, permanecem com as mesmas regras e valor do início de sua geração.
Os Índios craou vivem no Tocantins as margens dos rios Pequeno e João Manoel Grande. Estes índios classificam o mundo em duas partes, sendo estas em Acmeiê que se refere à estação da água, e o Catamiê, estação da seca.
Diante de algumas perguntas sobre as matérias primas usadas no dia-a-dia desses povos, podemos observar a falta de informação que possuímos com relação aos Índios, pois ao falar do buriti, uma palmeira que até então conhecia como matéria prima para a produção de doces (muito gostosos, aliás), foram poucos os que tinham seu conhecimento. Portanto, vejo que é necessário uma conscientização da sociedade, para que os índios se tornem mais reconhecidos, valorizando e respeitando suas culturas que não são inferiores a nossa, mas apenas diferente.
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